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Iria Braga

Iria Braga

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“Respeito muito minhas lágrimas/ Mas ainda mais minha risada/ Inscrevo, assim, minhas palavras/ Na voz de uma mulher sagrada”. 17 anos se passaram desde que, numa ousadia tamanha, Iria Braga, então adolescente, subiu ao palco pela primeira vez, e cantou “Vaca Profana”, criação celebrizada do baiano Caetano Veloso. Mal sabia ela o que viria pela frente.

outraDa adolescência até os dias atuais, passou pela formação em artes cênicas, no Colégio Estadual do Paraná; e por Licenciatura em Música na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, tudo entremeado, entre outros fatos, pelo profundo desejo de se aprimorar nas múltiplas possibilidades ofertadas pelo fazer artístico.

A vida e o tempo trataram de formar a cantora que é hoje, cantora esta que, marcada pelo trânsito em diversas linguagens, forjou identidade própria ao se testar, ano após ano, em produções teatrais ou musicais que pudessem acalmar sua inquietude como artista.

Dentro de Iria, cantora e atriz vivem uma relação quase incestuosa, uma não suplanta a outra, portanto, a onda que lhe invadiu – e afogou – escutando “Travessia” na voz de Elis Regina, grande impulso para se decidir pela música brasileira; a desilusão amorosa tendo como trilha “Acontece”, de Cartola, que promoveu seu primeiro show solo em homenagem ao compositor; o direcionamento musical de Áurea, sua avó materna; o know-how adquirido nas bandas que participou; a noite e seus bares como professores; a produção de seus nove shows solo, cada um a seu modo, todos os elementos serviram como degrau na escada do auto-descobrimento como artista, enfim, de tudo um pouco, a bagagem de vida, a vida da mulher por trás da cantora, é o combustível que faz a intérprete queimar em cena.

por Arthur Vilhena

Músicas / Álbuns

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