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Em seu primeiro álbum de composições próprias e rumo a originalidade simples e sensível, a seleção de canções compostas pelo duo residente na cidade de São Paulo, preenche imensidão concreta em viagens sensíveis para dentro da canção e da voz e seu charmoso violão “Francesco” da década de 40.

Lívia Humaire e Markus Thomas provocam nosso íntimo com as sutilezas de “Que Nem Kalu”, “Ana de cantar”, “Tempo”, entre outras pérolas. Mesmo dentro de sua concepção minimalista, o disco alcançou certeiramente um público fiel e de aceitação a construção de novas composições nessa nova estrada da música brasileira.

Com arte gráfica de “Eu Me Chamo Antônio”, a união e os encontros do duo nessa caminhada em versos, seus futuros trabalhos viriam preencher de sons e histórias cantadas e registradas por abertura de seu primeiro disco homônimo. Todo o processo do disco físico é artesanal, feitos um a um pelas mãos desse casal de boas intenções. Desde seu papel feito por um artesão, as dobraduras, a fixação da bolacha e cada um daqueles que estão alí, envolvidos em sua história ou matéria prima.

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Mineiro, teve seu contato com o universo da música inter(independente) em 2003, quando se mudou de Minas para São Paulo aos 18 anos. Desde então dedicou-se a pesquisa e divulgação de novos artistas como lazer e paixão, totalmente independente.

Músicas / Álbuns

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