Artistas independentes e as percepções sobre plataformas digitais de distribuição de música

Realizar shows pela cidade, fazer uma performance semi-privada no quintal de casa, participar de shows de caridade, organizar turnês regionais, enviar versões de fitas demo para revistas/fanzines, ir a shows de outros artistas para um possível contato profissional, colar cartazes nos muros e nos postes das ruas, vender fitas cassetes e CD’s no porta-malas do carro ou em locais movimentados – como na saída de danceterias, e em postos de gasolina.

Um Verão Qualquer: os caminhos visuais e poéticos do novo disco do Versos

Após o primeiro álbum homônimo (2014) e o lançamento do segundo disco Desate (2015), o duo Versos que compomos na estrada completa a tão esperada trilogia poético-sonora com Um verão qualquer (2019) – que eu tive o privilégio de ser convidado mais uma vez para assinar a concepção visual da capa. Exclusivamente para esta ocasião, a Musicoteca me […]

Primeiro disco: o que saber

Embora o conceito não seja aplicado ao pé da letra, o termo “independente” na música moderna digital revela-se mais como uma performance de resistência e filosofia do artista popular brasileiro e seu alcance do que a independência de sua produção autoral de fato. Os artistas autônomos da geração digital atuam na organicidade de seu encontro afetivo e que já conseguem com essa aproximação e diálogo financiar boa parte de sua primeira obra subsidiada por amigos e amantes de música brasileira.